If I leave here tomorrow
Would you still remember me?
For I must be travelling on, now,
'Cause there's too many places I've got to see.
But, if I stayed here with you, girl,
Things just couldn't be the same.
'Cause I'm as free as a bird now,
And this bird you can not change.
Lord knows, I can't change.
Bye, bye, baby its been sweet now.
Though this feeling I cannot change.
But please don't take it so badly,
'Cause Lord knows I'm to blame.
But, if I stayed here with you girl,
Things just couldn't be the same.
Cause I'm as free as a bird now,
And this bird you'll never change. oh!
And this bird you can not change.
Lord knows, I can't change.
Lord help me, I can't change.
Lord I can't change
Won't you fly high, free bird yeah?
Se eu partisse amanhã
Você ainda se lembraria de mim?
Pois eu devo seguir viagem, agora
Pois há muitos lugares que
Eu preciso conhecer
Mas, se eu ficasse aqui com você, garota
As coisas simplesmente não seriam iguais
Pois eu sou tão livre quanto um pássaro agora
E este pássaro você não pode mudar
O Senhor sabe, eu não consigo mudar
Até logo, foi um amor gostoso
Embora este sentimento eu não possa mudar
Mas por favor, não leve muito a mal
Pois o Senhor sabe que eu sou o culpado
Mas, se eu ficasse aqui com você, garota
As coisas simplesmente não seriam iguais
Pois eu sou tão livre quanto um pássaro agora
E este pássaro você nunca mudará
E este pássaro você não pode mudar
O Senhor sabe, eu não consigo mudar
Senhor me ajude, eu não consigo mudar
Senhor, eu não consigo mudar
Você não vai voar alto, pássaro livreYeah!
O homem culto é apenas mais culto; nem sempre é mais inteligente que o homem simples.
domingo, 14 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".
Quem atribue à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la".
Quem atribue à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la".
Albert Einstein
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
Begheto, Dino
Mudando de ares...
Tem esse compositor... espero que gostem... é bem interessante... e tem apenas 26 anos assim como Dudamel...
http://www.4shared.com/file/92025234/bbf06891/_1982_-___Begheto_Dino.html
Tem esse compositor... espero que gostem... é bem interessante... e tem apenas 26 anos assim como Dudamel...
http://www.4shared.com/file/92025234/bbf06891/_1982_-___Begheto_Dino.html
sexta-feira, 22 de maio de 2009
V de Vladimir

"Voilà! À vista, um humilde veterano vaudevilliano, apresentado vicariamente como ambos vítima e vilão pelas vicissitudes do Destino. Esta visagem, não mero verniz da vaidade, é ela vestígio da vox populi, agora vacante, vanescida, enquanto a voz vital da verossimilhança agora venera aquilo que uma vez vilificaram. Entretanto, esta valorosa visitação de uma antiga vexação, permanece vivificada, e há votado por vaporizar estes venais e virulentos verminados vanguardeiros vícios e favorecer a violentamente viciosa e voraciosa violação da volição. O único veredito é a vingança, uma vendeta, mantida votiva, não em vão, pelo valor e veracidade dos quais um dia deverão vindicar os vigilantes e os virtuosos. Verdadeiramente, esta vichyssoise de verbosidade vira mais verbose vis-a-vis uma introdução, então é minha boa honra conhecê-la e você pode me chamar de V."
"Boa Noite, Brasil.
Permitam que eu primeiramente desculpe-me por esta interrupção.
Eu, como muitos de vocês, gosto de parar para apreciar os confortos da rotina diária, a segurança, a família, a tranqüilidade. Eu aprecio-os tanto quanto todo mundo. Mas no espírito de comemoração, daqueles eventos importantes do passado associados geralmente com a morte de alguém ou ao fim de algum esforço sangrento terrível, uma celebração de um feriado agradável, eu pensei que nós poderíamos marcar este 25 de Outubro, um dia que não é recordado, fazendo uso de algum tempo fora de nossas vidas diárias para sentar e ter um bom bate-papo. Há naturalmente aqueles que não querem que eu fale. Eu suspeito que agora mesmo, estão dando ordens aos telefones, e os homens com armas estarão aqui logo. Por que? Porque mesmo que a violência possa ser usada no lugar da conversação, as palavras reterão sempre seu poder. As palavras oferecem os meios ao povo, e para aqueles que escutarão, o anúncio da verdade. E a verdade é que há algo terrivelmente errado com este país, não há? Crueldade e injustiça, intolerância e depressão. E onde uma vez você teve a liberdade a objetar, pensar, e falar, você tem agora os censores e os sistemas de escutas que exigem seu conformidade e que solicitam sua submissão. Como isto aconteceu? Quem é responsável? Certamente há aqueles mais responsáveis do que outros, e serão repreendidos, mas a verdade seja dita outra vez, se você estiver procurando o culpado, você necessita olhar somente em um espelho. Eu sei porque você o fez. Eu sei que você estava receoso. Quem não estaria? Guerra, terror, doença. O medo começou melhor de você, e em seu pânico você tentou acreditar em cada presidente deste país. Que prometeu-lhe a ordem, prometeu-lhe a paz, e tudo que exijiu no retorno era seu consentimento silencioso, obediente.Na última noite eu procurei terminar esse silêncio. Na última noite eu mostrei aquela foto, para lembrar este país do que ele se esqueceu. Há mais de quarenta anos um grande cidadão desejou encaixar para sempre o 25 de outubro em nossa memória. Sua esperança era lembrar o mundo que a justiça e a liberdade são mais do que palavras, são perspectivas. Assim se você não vê nada, se os crimes deste governo permanecessem desconhecidos a você então eu sugeriria a você que passe o 25 de outubro em branco. Mas se você ve o que eu vejo, se você sente como eu me sinto, e se você procurar como eu procuro, então eu peço-lhe para estar ao meu lado em um ano, fora das portas do Parlamento, e juntos, nós daremos a todos um 25 de outubro inesquecível!!!"
"Boa Noite, Brasil.
Permitam que eu primeiramente desculpe-me por esta interrupção.
Eu, como muitos de vocês, gosto de parar para apreciar os confortos da rotina diária, a segurança, a família, a tranqüilidade. Eu aprecio-os tanto quanto todo mundo. Mas no espírito de comemoração, daqueles eventos importantes do passado associados geralmente com a morte de alguém ou ao fim de algum esforço sangrento terrível, uma celebração de um feriado agradável, eu pensei que nós poderíamos marcar este 25 de Outubro, um dia que não é recordado, fazendo uso de algum tempo fora de nossas vidas diárias para sentar e ter um bom bate-papo. Há naturalmente aqueles que não querem que eu fale. Eu suspeito que agora mesmo, estão dando ordens aos telefones, e os homens com armas estarão aqui logo. Por que? Porque mesmo que a violência possa ser usada no lugar da conversação, as palavras reterão sempre seu poder. As palavras oferecem os meios ao povo, e para aqueles que escutarão, o anúncio da verdade. E a verdade é que há algo terrivelmente errado com este país, não há? Crueldade e injustiça, intolerância e depressão. E onde uma vez você teve a liberdade a objetar, pensar, e falar, você tem agora os censores e os sistemas de escutas que exigem seu conformidade e que solicitam sua submissão. Como isto aconteceu? Quem é responsável? Certamente há aqueles mais responsáveis do que outros, e serão repreendidos, mas a verdade seja dita outra vez, se você estiver procurando o culpado, você necessita olhar somente em um espelho. Eu sei porque você o fez. Eu sei que você estava receoso. Quem não estaria? Guerra, terror, doença. O medo começou melhor de você, e em seu pânico você tentou acreditar em cada presidente deste país. Que prometeu-lhe a ordem, prometeu-lhe a paz, e tudo que exijiu no retorno era seu consentimento silencioso, obediente.Na última noite eu procurei terminar esse silêncio. Na última noite eu mostrei aquela foto, para lembrar este país do que ele se esqueceu. Há mais de quarenta anos um grande cidadão desejou encaixar para sempre o 25 de outubro em nossa memória. Sua esperança era lembrar o mundo que a justiça e a liberdade são mais do que palavras, são perspectivas. Assim se você não vê nada, se os crimes deste governo permanecessem desconhecidos a você então eu sugeriria a você que passe o 25 de outubro em branco. Mas se você ve o que eu vejo, se você sente como eu me sinto, e se você procurar como eu procuro, então eu peço-lhe para estar ao meu lado em um ano, fora das portas do Parlamento, e juntos, nós daremos a todos um 25 de outubro inesquecível!!!"
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segunda-feira, 18 de maio de 2009
Pense
Recorro aos dias em que não bebi tanto como hoje para não merecer nada do que digo, presto homenagem ao meu instinto por aquilo que não faço, roer a corda do que me prende ao que quero ser, para que possa finalmente ser o que sou. Será que quando o for... vou querer morrer?
"Que sou eu senão a própria vida ?
Brincamos as duas pelas linhas das minhas mãos,
ironizando as dores,chorando alegrias,
cada dia aprendendo a morrer.
Pensei, certa vez,que poderia viver metades,
deixar a velocidade das horas
levar meus sonhos inúteis.
Viajei delirante por mundos irreais.E
u não precisava sentir,eu vivia e só !
Meu sorriso angustiado bailava por bocas estranhas,
meu corpo era o templo de orações profanas.
E a paz que eu tanto buscava clareava num relâmpago
em algum lugar distante do meu horizonte.
Adormecia meu corpo cansadoaquecendo-me em lágrimas brancas.
Que importa se hoje estou só ?
Quem me acompanhará quando daqui eu partir ?
Para quem deixarei meu último olhar ?
Quem cerrará meu olhos e depositará
em meus lábios um beijo de adeus ?
Não terei preces clementes,nem proporcionarei choros convulsos.
Apenas levarei a lembrança daquilo que nunca consegui ser."
Cláudia Marczak
"Que sou eu senão a própria vida ?
Brincamos as duas pelas linhas das minhas mãos,
ironizando as dores,chorando alegrias,
cada dia aprendendo a morrer.
Pensei, certa vez,que poderia viver metades,
deixar a velocidade das horas
levar meus sonhos inúteis.
Viajei delirante por mundos irreais.E
u não precisava sentir,eu vivia e só !
Meu sorriso angustiado bailava por bocas estranhas,
meu corpo era o templo de orações profanas.
E a paz que eu tanto buscava clareava num relâmpago
em algum lugar distante do meu horizonte.
Adormecia meu corpo cansadoaquecendo-me em lágrimas brancas.
Que importa se hoje estou só ?
Quem me acompanhará quando daqui eu partir ?
Para quem deixarei meu último olhar ?
Quem cerrará meu olhos e depositará
em meus lábios um beijo de adeus ?
Não terei preces clementes,nem proporcionarei choros convulsos.
Apenas levarei a lembrança daquilo que nunca consegui ser."
Cláudia Marczak
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Diálogo com a Esposa Morta
-Você fica ridículacom essa maquiagem.
-Como a caricaturade uma puta.
-Um pequeno toque da mamãedurante a noite.
-A falsa Oféliaafogou-se na banheira.
-Queria que visse a sua cara.Você daria risada.
-Você é a obra-mestra da sua mãe.
-Ah, Cristo.
-Essa bosta de lugar está cheiode flores. Não consigo respirar.
-Sabe, em cima do armário,numa caixa de papel...
-encontrei tudo...
-todas as suas tranqueiras.
-Canetas, chaveiros...
-dinheiro estrangeiro, seu vibradorzinho...
-de tudo.
-Até um colarinho de padre.
-Eu não sabia que você guardava todas essas tranqueiras.
-Mesmo que um marido viva...
-200 anos...
-ele nunca saberá da verdadeira natureza de sua esposa.
-Eu posso atécompreender o universo...
-mas...
-eu nunca descobrirei a verdade sobre você.Jamais.
-Quem era você?
-Lembra-se daquele dia...
-o primeiro dia que estive lá?
-Sabia que não levaria você pra cama se não dissesse...
-O que eu disse?Ah, sim.
-''A minha conta, por favor? Eu preciso ir embora.'
-Lembra?
-Ontem à noite eu...
-eu apaguei as luzesna sua mãe...
-e o lugar todo entrou em pânico.
-Todos os seus hóspedes,como você os chamava...
-Bem, acho que me incluo aí,não é?
-Isso me inclui, não é?
-Por cinco anos, fui maisum hóspede nessa merda de lugar...
-do que marido.
-Com privilégios, é claro.
-E para me ajudar a entender...
-você me deixa Marcel de herança.
-O dublê do marido cujo quarto era o dobro do nosso.
-E sabe de uma coisa?
-Não tive coragem de perguntar a ele...
-e o que você e eu fazíamos era o mesmo que você fazia com ele.
-Nosso casamento não passou de uma trincheira para você...
-e bastou uma lâmina barata e umabanheira cheia d'água para sair dele.
-Sua prostituta barata, vulgar e amaldiçoada.
-Espero que apodreça no inferno.
-Você é mais suja que qualquervaca de rua. Sabe por quê?
-Você sabe por quê?Porque você mentiu.
-Você mentiu para mim,e eu confiei em você.
-Você sabia que estava mentindo.
-Diga que você não mentiu.
-Você não vai dizer nada?
-Não tem nenhuma resposta?Hein?
-Vamos, diga alguma coisa.Sorria, sua putana.
-Vamos, diga algo terno.
-Sorria e diga que estouapenas equivocado.
-Vamos, diga-me...
-sua puta que fode porcos.
-Sua mentirosa desgraçada,asquerosa.
-Sinto muito, eu...
-eu não posso...eu não agüento...
-ver essas coisas todasno seu rosto.
-Você nunca usou maquiagem,toda essa merda.
-Vou tirar isso da sua boca.
-Você sempre odiou batom.
-Meu Deus.
-Desculpe-me.
-Eu não sei por que você fez isso.
-Eu faria o mesmo,se soubesse como.
-Simplesmente não sei...
-tenho de encontrar uma maneira...
-Como a caricaturade uma puta.
-Um pequeno toque da mamãedurante a noite.
-A falsa Oféliaafogou-se na banheira.
-Queria que visse a sua cara.Você daria risada.
-Você é a obra-mestra da sua mãe.
-Ah, Cristo.
-Essa bosta de lugar está cheiode flores. Não consigo respirar.
-Sabe, em cima do armário,numa caixa de papel...
-encontrei tudo...
-todas as suas tranqueiras.
-Canetas, chaveiros...
-dinheiro estrangeiro, seu vibradorzinho...
-de tudo.
-Até um colarinho de padre.
-Eu não sabia que você guardava todas essas tranqueiras.
-Mesmo que um marido viva...
-200 anos...
-ele nunca saberá da verdadeira natureza de sua esposa.
-Eu posso atécompreender o universo...
-mas...
-eu nunca descobrirei a verdade sobre você.Jamais.
-Quem era você?
-Lembra-se daquele dia...
-o primeiro dia que estive lá?
-Sabia que não levaria você pra cama se não dissesse...
-O que eu disse?Ah, sim.
-''A minha conta, por favor? Eu preciso ir embora.'
-Lembra?
-Ontem à noite eu...
-eu apaguei as luzesna sua mãe...
-e o lugar todo entrou em pânico.
-Todos os seus hóspedes,como você os chamava...
-Bem, acho que me incluo aí,não é?
-Isso me inclui, não é?
-Por cinco anos, fui maisum hóspede nessa merda de lugar...
-do que marido.
-Com privilégios, é claro.
-E para me ajudar a entender...
-você me deixa Marcel de herança.
-O dublê do marido cujo quarto era o dobro do nosso.
-E sabe de uma coisa?
-Não tive coragem de perguntar a ele...
-e o que você e eu fazíamos era o mesmo que você fazia com ele.
-Nosso casamento não passou de uma trincheira para você...
-e bastou uma lâmina barata e umabanheira cheia d'água para sair dele.
-Sua prostituta barata, vulgar e amaldiçoada.
-Espero que apodreça no inferno.
-Você é mais suja que qualquervaca de rua. Sabe por quê?
-Você sabe por quê?Porque você mentiu.
-Você mentiu para mim,e eu confiei em você.
-Você sabia que estava mentindo.
-Diga que você não mentiu.
-Você não vai dizer nada?
-Não tem nenhuma resposta?Hein?
-Vamos, diga alguma coisa.Sorria, sua putana.
-Vamos, diga algo terno.
-Sorria e diga que estouapenas equivocado.
-Vamos, diga-me...
-sua puta que fode porcos.
-Sua mentirosa desgraçada,asquerosa.
-Sinto muito, eu...
-eu não posso...eu não agüento...
-ver essas coisas todasno seu rosto.
-Você nunca usou maquiagem,toda essa merda.
-Vou tirar isso da sua boca.
-Você sempre odiou batom.
-Meu Deus.
-Desculpe-me.
-Eu não sei por que você fez isso.
-Eu faria o mesmo,se soubesse como.
-Simplesmente não sei...
-tenho de encontrar uma maneira...
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